OS
MISSIONÁRIOS VERBITAS
NA
AMAZÔNIA: 30 ANOS
Os Missionários do Verbo Divino têm 30 anos de serviço na Amazônia. Celebraram este momento lembrando suas humildes raízes, suas alegrias, dificuldades e aspirações. Têm dúvidas e incertezas, mas também têm entusiasmo e diversidade cultura, que o Evangelho faz unir. Ao reverem a história, passaram a ter mais clareza sobre os rumos de seu trabalho missionário. Não são mestres de obras, mas trabalhadores do Reino.
Os Primeiros
Passos
A idéia de iniciar um trabalho missionário no norte do Brasil nasceu no coração dos Verbitas da província Brasil-Sul. Eles chegaram à conclusão de que precisavam de uma missão que desse novo entusiasmo e cativasse seus membros; uma missão que abrisse novos horizontes na Província. Afinal, o verbita é chamado a servir a missão onde esta é mais urgente.
Assim, quando Pe. Elírio dal Piva coordenava a província Brasil-Sul, foram dados passos concretos para realizar o sonho de abrir uma nova área de trabalho na Amazônia. Ele, juntamente com Pe. Tomas Hughes, que na época era formador e membro do conselho provincial, fizeram uma viajem para recolher informações sobre tal plano. Como primeira etapa da jornada, partiram de Curitiba para Brasília onde se encontraram por alguns dias com bispos, sacerdotes, e religiosas que tinham dados sobre a região. Depois decidiram visitar três prelazias na Amazônia para obterem informações de primeira mão. As prelazias foram: 1. Macapá; 2. Óbidos; 3. Guajará-Mirim.
Viajaram de avião, ônibus e barco. De Brasília foram para Belém do Pará e depois para Macapá. Poucos dias depois voltaram para Belém, rumo a Óbidos, via Santarém. Ficaram em Óbidos alguns dias. De novo, voltaram a Santarém e pegaram um avião para Porto Velho, a fim de visitar a prelazia de Guajará-Mirim. Finalmente, no dia 5 de Novembro 1978, regressaram a Curitiba via Porto Velho e Brasília. Pe. Elírio e Pe. Tomás gastaram quinze dias naquela jornada que, meses depois, tornava possível a abertura da missão svd na Amazônia.
De volta a Curitiba, os dois confrades fizeram um amplo relatório sobre a viagem que haviam feito. Depois, numa assembléia inter-provincial, em Ponta Grossa, mostraram a todos os confrades a realidade das três prelazia, com dados sobre a história, a população, a extensão territorial, a organização e administração pastoral de cada uma. Dessa forma, todos ficaram com uma idéia geral sobre cada uma dessas realidades. Em seguida houve um debate para a escolha da prelazia onde trabalharíamos, seguido de uma votação secreta. Na contagem dos votos, a prelazia de Óbidos foi a preferida. Naquele mesmo dia, procuraram voluntários para a nova missão. Era março de 1979.
Apesar da iniciativa ter nascido na província BRS, a responsabilidade foi abraçada pelas três províncias. O Generalato deu apoio à iniciativa e fez da nova missão um distrito da província BRS.
Os
Pioneiros
Cinco confrades se ofereceram como voluntários para o trabalho na Prelazia de Óbidos. As dificuldades eram grandes, mas a necessidade missionária era maior! Foi a fidelidade ao espírito do fundador, Arnaldo Janssen que induziu esses cinco homens a entrar na Amazônia. Não eram super-homens, mas gente de fé, com o desejo de serem fiéis ao chamado missionário.
Com eles começa a história da presença dos missionários do Verbo Divino na Amazônia: Pe. Patrício Brennan, Pe. Francisco Kom, Pe. José Gross, Pe. João Mors, e Pe. João Adolfo Barendse. Foram eles que fizeram o alicerce do que hoje somos. Seus sacrifícios facilitaram nosso trabalho de testemunhar hoje o Verbo Incarnado . É com muito respeito que nós lhes prestamos homenagem.
O primeiro grupo de pioneiros chegou em Santarém no dia 26 de Janeiro de 1980: Patrício Brennan, Francisco Kom e José Gross. No aeroporto de Santarém foram acolhidos por Dom Tiago Ryan, bispo da diocese de Santarém e Dom Martinho Lammers, bispo da prelazia de Óbidos.
O segundo grupo, João Mors e João Adolfo Barendse chegou no dia 17 de Março do mesmo ano. Se atrasaram por causa do curso de orientação missionária que foram fazer em Caxias do Sul (RS) como preparação para a nova missão.
Enquanto os dois últimos não chegavam, o primeiro grupo foi para algumas paroquias na Prelazia de Óbidos para um primeiro contato. Pe. Patrício ficou em Óbidos; Pe. Francisco foi para Juruti; e Pe. José Gross viajou para Oriximiná. Com a chegada de segundo grupo, aconteceram algumas mudanças: Pe. Patrício e Pe. Francisco ficaram na mesma paroquia; Pe. José e João Adolfo foram para Terra Santa; e Pe. João Mors ficou em Oriximiná.
Na reunião do clero da prelazia de Óbidos, foi decidido que duas paróquias seriam entregues aos cuidados dos verbitas: Oriximiná e Faro. A paróquia de Oriximiná seria entregue na noite da Páscoa - dia 6 de Abril, e, dois dias depois, a paróquia de Faro.
No dia 18 de Março de 1980, já com a equipe completa, foi feita a primeira reunião do distrito de Óbidos, da Província svd Brasil-Sul. Eis algumas decisões tomadas naquela reunião:
1 Francisco Kom foi eleito superior do distrito.
2 João Mors aceitou o cargo de Pároco em Oriximiná, ajudado pelo Patrício e Chico Kom.
3 José Gross aceitou ficar em Faro como Pároco e João Barendse como cooperador.
4 João Adolfo foi indicado como secretário das reuniões.
5 Patrício foi eleito o ecônomo do distrito.
Depois da Páscoa começaram os trabalhos. Foi bastante difícil a adaptação para quem vinha do sul. Para além do clima e da cultura da Amazônia, eles encontraram muitos problemas para atender as exigências de pastoral: o transporte para as comunidades rurais e ribeirinhas, a política de cabresto, a comunicação com a província Sul, a implementação de um ritmo diferente daquele que os frades Franciscanos tinham nas paróquias, etc. .. Firmes na luta, eles nunca abandonaram o trabalho. Depois de 30 anos, podemos sentir os benefícios de seus esforços.
O
nascimento da Região Amazônica
Como sinal de respeito e de aprovação àquilo que os pioneiros fizeram, o Generalato, no dia 3 de Janeiro de 1990, quase 10 anos mais tarde, já com um grupo de vinte confrades trabalhando na Amazônia, transformou “Ad Experimentum”, por três anos, o distrito em Região. Tal medida, tirou a responsabilidade da província BRS sobre nós, deixando o Generalato diretamente responsável pelo sustento da nova Região.Pe. João Mors foi o primeiro superior regional.
De prelazia de Óbidos, fomos para a Diocese de Santarém e depois para a Prelazia de Itaituba.
Em 1997, a Paróquia de Santo Antônio de Alenquer, com uma tradição franciscana fortíssima, foi deixada para os verbitas, que entregaram a Paróquia de Faro aos cuidados dos padres diocesanos.
Em 1998, começamos o trabalho com os índios na Diocese de Macapá, junto com os padres do PIME. Nos finais do ano 2000 assumimos um trabalho na Diocese de Roraima. Quando o bispo, D. Aparecido morreu, devolvemos a área pastoral que tínhamos assumido.
Notamos que, nos primeiros anos, os confrades que experimentavam a vida missionária na Região Amazônica, apesar das dificuldades que enfrentavam, permaneciam na Região. As saídas eram raras e os motivos sempre muito especiais. Assim, o número foi aumentando e a mística fortalecida. Na última década, sentimos muito a falta de experiência dos missionários jovens, forçados a ocupar cargos de responsabilidade, sem a devida preparação. Mudanças, desistências e alguma superficialidade na pastoral fizeram a coordenação repensar os objetivos da missão verbita na Região.
Temos necessariamente que mencionar o ardor missionário e a dedicação generosa de muitos leigos que ajudaram a Região a ser hoje o que ela é: alegre, democrática, acolhedora e pé no chão. A eles também se estende a nossa homenagem.
Agradecemos a Deus por esta graça que recebemos. E pedimos que Ele continue dando força aos nossos novos trabalhos, principalmente na área de Justiça e Paz, Formação de lideranças, CPT, Questão indígena e Comunicações.
Finalmente, rendemos homenagens e rezamos a Deus pelo falecido Pe. João Barendse, um dos pioneiros; lembramos, saudosos, o estudante de PFT, Sabu Verikaten, indiano, que morreu afogado no rio Tapajós em 28 de agosto de 1994 com apenas 24 anos de idade e Dom Aparecido Dias, Bispo de Roraima. Esperamos que intercedam por todos nós e pelo povo da Região Amazônica.
Trabalho Pastoral
Perante a realidade acima
descrita, com seus desafios e esperanças, nós, missionários do Verbo Divino,
queremos continuar dando nossa contribuição específica dentro dessa Igreja
pobre, profética, portadora de esperança e vida digna para todos, destacando
as seguintes dimensões:
·
Promover uma formação
entre o povo, que leve a uma consciência crítica diante do discurso oficial "ou
é do nosso jeito ou então é o caos" e dos políticos gananciosos
ou demagógicos.
·
Incentivar e apoiar
conscientemente as iniciativas dos Meios de Comunicação Social como
instrumentos fortes de evangelização e transformação.
·
Seguir um modelo de
ensinamento/educação que priorize o crescimento da auto estima das pessoas,
destacando seus costumes e valores e que fomente atividades produtivas locais.
·
Agir em espírito ecumênico
no diálogo com outras Denominações Religiosas, sabendo de antemão que o
proselitismo é mais forte do que o ecumenismo.
·
Levar um estilo de vida que
testemunhe a paixão pelo Reino e nossa vocação religiosa através da convivência
alegre, acolhimento caloroso, simplicidade no trato e fervor religioso.
·
Agir sem medo ao anunciar os
valores humanos/evangélicos que professamos, denunciando ao mesmo tempo o
sistema de morte que nos cerca.
·
Priorizar a Palavra de Deus
em nosso pensar, discurso, convivência e serviço pastoral.
·
Apoiar a política que seja
fundamentada na prática do respeito ao ser humano, em princípios justos, e em
programas democráticos e igualitários.
·
Buscar meios de atingir a
massa de gente que se encontra fora das nossas organizações e de nossos
quadros, a fim de que se entusiasmem pela luta do bem comum e pela busca da paz.
·
Estudar e compreender os
conflitos de pensamento existentes entre cidade e campo para
podermos acompanhar criativamente os cristãos dessas duas realidades tão
diferentes.
Sabendo que em todos os lugares, em todos os tempos e todos nós, missionários
do Verbo Divino, somos convidados a dialogar com quatro tipos de interlocutores,
(outras culturas, gente sem fé, os buscadores da fé e os pobres/excluidos)
consideramos, no entanto que, para a Região Amazônica, o diálogo com os excluídos
e o diálogo com as várias culturas presentes nesta região são, sem dúvida
nenhuma, os mais urgentes. Nosso tão explícito envolvimento com a luta dos
pobres por uma vida digna, encontra aí também sua razão de ser. E para que
seja uma luta do povo e não dos missionários verbitas, devemos tentar estar
presentes, entrar e assimilar as dimensões culturais e religiosas da vida do
povo. Para isso, precisamos de:
·
Sem desprezar nossas próprias
raízes, estar abertos a outras culturas e mentalidades.
·
Valorizar as culturas amazônicas
e a religiosidade popular com seus símbolos, seus santos, devoções, gestos,
ritmos, cantos, rezas, tradições, costumes, ritos, ideais e sonhos.
·
Enfrentar o desafio de
purificar a Fé, à luz do evangelho, vivida nas diferentes culturas.
·
Acreditar que o pluralismo
em Comunhão é um dom a agradecer a Deus.
·
Tomar consciência de que não
existe uma maneira única de encarnar o Evangelho.
·
Respeitar e entender cada
povo como etnia e minoria.
·
Resgatar costumes antigos,
geradores de identidade própria e de convivência comunitária, que faziam
parte da vida do povo. Por exemplo: comidas, danças, músicas, rituais.
·
Saber diferenciar os povos e
fazer questão de identificar as pessoas pelo próprio nome.
·
Ajudar o povo a descobrir
que é protagonista da história e agente de transformação.
Só
quando descobrimos o valor da cultura do povo é que começamos a ser missionários.
Dados da Paróquia de Alenquer
A
Paróquia de Santo Antônio de Alenquer tem atualmente 143 comunidade, sendo 15
urbanas, 27 na várzea (via fluvial) e as restantes junto às estradas e ramais.
Para visitar estas 101 comunidades precisamos de veículos com tração às
quatro rodas, devido ao normalmente péssimo estado de conservação das vias
terrestres, sem asfalto algum e com chuvas torrenciais, que transformam
rapidamente essas vias em lamaçais traiçoeiros.
Dispomos
de uma Toyota tipo Jeep, de 2001 e uma Chevrolet S10 de 2000. A manutenção
desses dois veículos custa mensalmente cerca de R$. 1000,00. Começa a ser
frequente a interrupção das viagens nas visitas às comunidades, devido a
problemas mecânicos nos carros, causando embaraço aos sacerdotes e desconforto
aos comunitários que deixam de trabalhar nesse dia para participar dos
sacramentos. Na paróquia trabalham quatro sacerdotes, cada um com uma região
pastoral para visitar e animar. Necessitamos de transporte ágil e confiável.
A
situação financeira da paróquia, para as despesas ordinárias é
relativamente tranquila. O dízimo e parte da renda das festas religiosas nas
comunidades são receitas constantes. Já o património (veículos, embarcação,
prédios e equipamentos) apresenta caducidade e abandono. Vale também lembrar
que as comunidades mais distantes e de acesso mais difícil são exatamente as
que têm menos condições de colaborar com as despesas que fazemos com elas. Aí,
até o dízimo é incipiente.
A
sede da prelazia, Óbidos, fica a 165km de distância.
A
Paróquia de Alenquer tem uma área geográfica que coincide com a extensão do
município (24.500km²). Este está situado no Oeste do Estado do Pará, apenas
a 1º e 56” abaixo da linho do equador tendo, como é típico na Amazônia,
uma umidade altíssima (entre 79% e 92%) e uma pluviosidade anual que ronda os
2.000L/m². As superfícies de água ocupam largas extensões no município,
incluindo os rios Amazonas, Curuá e Surubiú. Na época das chuvas, essa extensão
aumenta consideravelmente, forçando muitas famílias ribeirinhas a abandonar
suas casa e os criadores de gado a deslocar suas manadas para pastos em terras
mais altas.
A
população do município chegava, em 2007, a 52.600 habitantes. Sem termos números
exatos, poderemos arriscar que 80% deles são católicos, mesmo que pouco
praticantes. São muitas as denominações protestantes, principalmente
pentecostais, na sede do município (Adventista, Batista, Luterana, Pentecostais
da Promessa, Deus é Amor, Igreja da Paz, Quadrangular, Assembleia de Deus e
ainda os Mormons e as testemunhas de Jeová). A superficialidade da fé e da
formação religiosa dos católicos, por um lado, e o proselitismo aguerrido,
por outro, facilitam a mobilidade religiosa e denominacional. Mas há também
aspectos positivos nesse fenômeno: A fé de muitos é testada e resiste ao
confronto; outros retornam à Igreja, porque se decepcionaram com as promessas não
cumpridas; e fica mais fácil trabalhar o compromisso do Dízimo porque os irmãos
protestantes são muito mais exigentes que os católicos, nessa área. Nossas
comunidades rurais, têm uma equipe de pastoral que organiza as celebrações
dominicais e a vida de fé, sem a presença do sacerdote. Por isso é tão
importante a formação das lideranças leigas. Algumas delas percorrem 120km
para chegar ao salão paroquial, na cidade.
Em
termos económicos, o município praticamente não tem industria. Tem comércio
e serviços, além de funcionários públicos, municipais e estaduais.
A
agricultura é basicamente familiar e a atividade agropecuária (criação de
gado) mais rentável. Desde os anos 90, uma onda de imigração sulista apostou
no plantio de soja. À devastação da floresta sucedeu a frustração pelo
pouco rendimento na produção desse grão. Afinal, o solo da amazónia não é
tão fértil, longe das terras inundadas cada ano, pelas enchentes… Na zona
rural o povo caça, pesca e planta o alimento de cada dia: mandioca, macaxeira,
jerimum, arroz, feijão, uns pés de milho, de ananás ou de cará. Nas
periferias, amontoam-se idosos para receber atenção médica próxima ou a
aposentadoria no banco e também os jovens para continuarem os estudos primários
recebidos na zona rural.
Como
em qualquer outro município da Amazônia, as comunicações são difíceis:
longas distâncias, estradas muito ruins, escoamento da água a céu aberto. O
transporte terrestre de passageiros é incerto, incômodo e demorado. As
telecomunicações, são caras e deficientes. O transporte fluvial é o menos
ruim, apesar de lento e exposto às tempestades…
Mas
é um município com muito potencial. Necessita de administradores com visão
política e humanitária. Da mesma forma, as comunidades cristãs, têm muita
gente dedicada e de fé, coordenando a vida socio-religiosa. Precisam de apoio,
formação e liderança evangelizadora para que, numa pastoral de conjunto
libertadora, a paróquia de Alenquer seja realmente luz e destaque na prelazia
de Óbidos.
Dados atuais dos Verbitas na Amazônia:
33 membros (31 padres e 2 Irmãos)
10 Seminaristas em Teologia e Filosofia
06 Seminaristas no Propedêutico
02 Seminaristas do estrangeiro fazendo estágio na Amazônia. (2 anos)
Estamos presentes em 5 dioceses/Prelazias (Óbidos, Santarém, Itaituba,
Macapa e Xingu) assumido 09 paróquias: Alenquer, Oriximiná, São
Raimundo/Laguinho Santarém, Rosário/Santarenzinho/ Eixo Forte/Alter do Chão,
Placas, Trairão, Oiapoque e Rurópolis.
Os 33 membros são de 10 nacionalidades (Brasil, Portugal, Polónia,
Alemanha, Bélgica, Índia, Indonésia, México, Irlanda e Papua Nova Guiné).
|
Declaração de Missão SVD Nós,
Missionários do Verbo Divino na Amazônia, somos
convocados pelo Deus Uno e Trino a
testemunhar os valores do Reino no meio dos
pobres, injustiçados e excluídos, numa contínua
luta solidária e libertadora, no resgate
da sua cultura, dignidade e
cidadania, e na defesa
da integridade da Criação, visando vida plena para todos(as) |
Verbitas que trabalharam em Alenquer:
Pe. Francis Kom, Kevin Keenan, Pat Ruane, Roberto Ebisa, João Belarmino,
Cristóvão Copec, Stephen Rex Simangi, José Boeing….
Atualmente trabalham em Alenquer: Pe. José Leandro (Brasil), Pe. Antony
Siluvai (Índia) e Pe. Jaime Hernández (México), Pe. Manuel Rodrigues
(Portugal).
Atividades características dos Verbitas:
Bíblia, comunicações, Justiça Paz e Ecologia, Animação Missionária.
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